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Eu sou a
concentração afluente de corações ao alto
ancorados a uma terra escaldante de paixão
levantando armas a um sol que raia sublime
elevando os braços como fumos verdes
derramando sorrisos encarnados pelas veias

Eis o chão que piso, eis a língua com que falo
Eis o ritmo com que danço, eis a garganta com que bebo
Tenho a força latente latejando em sintonia
à espera da libertação incondicional
E essa força é o sumo de sangue que fala uma língua
É um querer mais quente que o punho da vitória
É uma palpitação sorridente de flores em Abril

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