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Peguei no livro Para Morrer, do poeta José Rui Teixeira, e reli algumas passagens. Dessa leitura renovada, à distância de dois anos do dia em que resolvi trazê-lo para casa, seleccionei este poema como meu preferido:

Cala por instantes os murmúrios

da memória e entrega-te à vertigem

dos telhados. Enterra para sempre

os brinquedos que espalhaste

pela infância que tiveste. A tua casa

há-de ser um sepulcro vazio

se ao saíres deixares a porta aberta.

Após isto, tropeço em Equinócio de Outono, o blog do poeta, e descubro que estas palavras fazem parte da “epígrafe” do mesmo…

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One Comment

  1. Juro que tinha algo a dizer, mas acho que tomei um comprimido desses…!


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