Um espaço vulgar. Uma torre de pedra. Erguida no meio de um denso nevoeiro. O pensar. O pesar da consciência. Consistência inexistente. Como a própria vida. Ou algo muito parecido. Baralho de cartas. De pedra. Ruindo. Pó de pedra, só…
Saúdo quem entra neste castelo. Habitam por cá alguns seres pequenos. Vão existindo no coração das pedras. Eu sou todos eles. E sou nenhum.
Depois desta introdução pseudo-poética, pseudo-qualquer-coisa-foleira-mas-que-se-lixe, está na altura de começar a falar como pessoa normal que (não) sou. Este blog de notas e apontamentos destina-se a sei lá bem o quê, mormente quando acontecer qualquer coisa, especialmente não sei onde e principalmente não sei quando… Mas critiquem, comentem e digam de vossa justiça, se vos aprouver.
Este blog não pretende ser bilingue, but there are a few people out there that have asked me to write a little something for them, so I’ll be posting a few things in English from time to time!
Pronto, já está…
abraços